quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Moreno Babaca - Black Lagoon

Oi.
Ah é, eu esqueci de postar semana passada. Ops.
Não só isso, mas vocês tiveram que sofrer o horrendo texto do Adler querendo me copiar. Que patético. Eu não posso deixar de postar por um dia, que ele vem e me escreve um texto com a mesma estrutura que os meus e é sobre um anime que ninguém se importa. Pode continuar Adler, você nunca vai chegar aos meus...


Oh.
.......oh.

Quer saber? Eu não me importo. Mesmo. Eu não me importo nem um pouquinho (eu me importo imensamente).
Aliás, eu vou fazer melhor. Já que o nosso querido "50 visualizações num texto plágio" Adler recomendou garotos adolescentes com cabelos metrossexuais praticando natação, eu vou recomendar mulheres badasses explodindo tudo com armas na mão (essa rima foi sem querer).

Senhoras e senhores, Black Lagoon.






Antes de mais nada...

Black Lagoon foi feito por Rei Hiroe e publicado em abril de 2002 e a Panini Comics trouxe o mangá pro Brasil em 9 volumes. Também tem uma versão em anime separado em duas temporadas (que eu não assisti), mas todo mundo sabe que a versão do mangá vai ser sempre melhor.

Que merda é essa?

Este mangá (bem longe de ser merda BTW) conta a história de Rokuro Okajima no momento mais desesperador de sua vida. Refém do grupo de mercenários/piratas chamados Compania Lagoon, um grupo de contrabandos que é composto por Dutch, o líder, Revy “Two Hands”, a atiradora e Benny, o hacker/navegador. A razão do sequestro é por causa da empresa em que ele trabalhava tinha um disco que continha algum tipo de sabotagem em um país com armas nucleares. E o disco está com Rokuro. Honestamente, você não vai ligar muito pra isso, principalmente nesse primeiro capítulo. A razão pra isso é por causa da ação, que não é o que falta nesse mangá.
No final, a empresa que Rokuro (agora apelidado Rock) trabalha diz que ele morreu e que o disco nunca existiu. Em uma sub-plot, outro grupo de mercenários americanos estavam à procura dos discos. Sem nada a perder, Rock sugere uma cena direto de um filme de John Woo, e lança uma lancha direto em um helicóptero. Se isso não é foda, eu não sei o que é.
Revy, uma dos mercenários da Lagoon, convida Rock pro grupo, começando assim um dos melhores mangás de ação EVER.


Então…

O mangá é muito bom. É como se Expendables tivesse uma história ridiculamente acreditável e ao invés de atores dos anos 80, são mulheres com sede de sangue. E sem fanservice!

...sem MUITO fanservice.

A história vai pra todo o lado possível. Temos capítulos que envolvem a máfia russa, a tríade, o cartel, a máfia italiana, yakuzas, neo nazistas, assassinas de toda raça e cor, e claro, nossos protagonistas.

E não se esqueça da igreja!
É bem divertido de ler, além de ser bem desenhado. As cenas de ação são bem feitas e algumas composições de quadro são bem ousadas. 

Quer dizer que não tem nada de errado?

Bem… tem sim.
Não é algo que eu chamaria de errado, é só essa maneira de exposição dos personagens pela filosofia.
Na maioria dos capítulos, cada personagem fica expondo sua opinião sobre a situação de uma maneira meio críptica. No começo é até bom, porque desenvolve o caráter dos personagens. Mas depois de alguns capítulos fica cansativo e parece uma perda de tempo, só pra encher linguiça nas páginas.

Uma coisa que me incomoda é que não ouço falar muito desse mangá. Talvez porque as mulheres não tem seios gigantescos ou não gritam nomes inventados pra um ataque. Além disso, o autor tira muitas referências de filmes e músicas do ocidente e isso não atrai muito o público de mangás/animes.


Você deveria ler isso?

Mil vezes sim. É divertido e intrigante da maneira certa, e um final bem meh. Se você ver Black Lagoon em algum sebo ou comix da vida, compre o primeiro volume. Se você gostar, vai adorar o resto. Se não, eu recomendo revender o mangá que você acabou de comprar.

Dou Black Lagoon 8.5/10. Não é perfeito, mas eu gosto bastante.

Toma essa Adler.
Tchau.

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