terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Desafio dos 40 Jogos Nº15 - O Melhor Jogo de Playstation 3

E
A
Z
E
Galera!

Final de semana foi bom, última semana tivemos jejum de jogos, mas hoje, como a LENDA DA FÊNIX (e da música que deveria ser PROIBIDA de tocar mais de uma vez por mês nas rádios), estamos de volta. E voltamos pra CAUSAR. Vai vir umas barras pesadas pela frente, grandes ícones da lista. E a primeira delas, no dia de hoje, é justamente O MELHOR JOGO DE PLAYSTATION 3, conhecido também como O MELHOR JOGO DO CONSOLE QUE NÃO TENHO.

Para não parecer um fã babaca, motivado apenas por notícias e gameplays de outros, estou considerando apenas jogos que já tenha zerado no console em questão. Apesar de não terem sido muitos, acho que foram muito bons. Quer dizer, eu não zerei nenhum Duke Nukem Forever da vida. Foram excelentes jogos, e deles todos, eu escolho ASSASSIN'S CREED 2




Isso mesmo, o terror dos papais.

Zerei ele juntamente com Batman: AS em uma temporada de "férias" no meu irmão. Eu praticamente troquei TODAS as horas do meu dia, onde não fazia nada, pelo jogo. E não me arrependo não.

Enfim, vou te contar o resumo do jogo:

A série Assassin's Creed envolve, em sua maioria, a "vida" de Desmond, um rapaz feio de um futuro distante. Vida entre aspas pois, na realidade, você convive com os ancestrais desse garoto. São eles que tem suas vidas dissecadas e jogadas por ti, jogador gordo. Inclusive, se o jogo fosse sobre a vida MESMO do Desmond, talvez essa merda fosse pior que Duke Nukem.

Enfim. Existe toda uma trama meio "Illuminatti" no mundo e na história dele, e é por isso que o Desmundo e seus amigos vivem xeretando o passado, pra descobrir o que são essas sociedades secretas e o que elas buscam. Nesse episódio, começamos a acompanhar a jornada de um desses descendentes, Ezio Auditore de Firenze. É um rapaz da Itália renascentista que, após sofrer um bocado, acaba entrando para a ordem dos Assassinos. Através de alguns anos, iremos testemunhar e jogar as missões que ele fez, pessoais ou não, que acabaram o levando à cometer vingança e descobrir um segredo universal.




Então, dito isso, o que posso falar desse jogo tão épico?

Se você nunca viu, o antecessor desse jogo, Assassin's Creed, é um pouco falho. Tirando a história bem bacana, ele tem algumas falhas em jogabilidade e acabou não sendo tão aclamado quanto seu "filho". Pela grande melhoria que é o 2, o jogo já merece todos os créditos possíveis. Conseguiram transformá-lo em um jogo, acima de tudo, gostoso de passar o tempo. Você não enjoa desse mundo tão incrível, que é justamente um retrato bem curioso e, de alguma forma, fiel à realidade do passado. E a variedade de missões e colecionáveis que estão presentes em todos os mapas te deixa animado para jogar isso TODO DIA, assim como eu fiz.


Falando da história, é uma das melhores que já vi. Sei que, no futuro, ela vai se perder um pouco, mas aqui ela está contida, te entrega mistérios e algumas respostas que apenas alimentam um anseio ainda maior por jogar o quanto puder, afim de entender o que está acontecendo. Temos algumas reviravoltas, retomadas incríveis e, no fim, um embate no mínimo desejado por todo ateu que culmina em uma verdade assustadora. Assustadora naquelas, porque eu, sinceramente, fiquei um pouco decepcionado, esperava algo mais caótico.


Dica bem babaca e forçada do embate final do jogo.

Gameplay? Apesar de se basear no clássico sandbox, ele te entrega a maravilhosa habilidade de escalar de forma verídica (na maioria das vezes) prédios e construções, te transformando em um ás do Parkour. Isso, alinhado com a velocidade do personagem e o design das cidades, transforma AC2 em um jogo bem rápido, dinâmico e que, nos momentos de tédio, vão te deixar mais alegre.

E nem podemos deixar de mencionar as armas, que recebem um certo upgrade em comparação ao antecessor. Além de espadas, martelos, facas, pistolas de pulso e etc, a HIDDEN BLADE, marca característica dos Assassinos, aparece aqui em toda sua glória, dessa vez duplicada e te dando mais tipos de ataques diferentes.



Visual? Especialmente bonito e artístico, a ambientação inteira é impecável e te transporta instantaneamente para aquela época, revisitando grandes ícones que, apesar de hoje estarem acabados, naquela época estavam majestosos e inteiros. Sem contar as roupas, em especial, a do protagonista. Ela acompanha todos os movimentos, e, pra mim, fica MAIS bonita ainda quando ele cai na água, o detalhe da roupa molhada (se é que isso não pareça homossexual) é incrível.

Existem personagens históricos que te ajudam (ou pelo contrário) durante toda a trama, e isso é um agrado extra para quem gosta dessas figuras. E se torna também plausível, tendo em vista que muitos desses personagens não tinham suas atividades ou passados completamente historiados.


A possibilidade de nadar só veio com o segundo jogo. Life sucks, Altair ):

Falei de tudo né? Faltando nada...A NÃO SER SÓ A PARTE MAIS FODA, OS PUZZLES.

Caramba cara, eita joguinho com mais teoria da conspiração e desafios de inteligência. Sempre que tu encontra umas marcas brilhantes (como essa formiga aí na foto de cima) e se aproxima delas, um puzzle aparece pra ti, completamente fora da vida de Ezio, e tu, sendo o Desmond, precisa desvendar aquela charada para abrir mais um pedaço de vídeo. Vídeo esse, devo admitir, que me deixou BEM incomodado, que é justamente sua finalidade. Era uma partícula de uma verdade que cresceria e seria completamente revelada nos próximos jogos. Deixo aí embaixo um exemplo bobo de um dos puzzles, mas que muito mexe com sua cabeça.



Então, ainda tá difícil acreditar que esse é meu jogo favorito do PS3? Bem, tudo bem que, comparado à muitos outros jogos por aí, ele não chega a ser a melhor coisa do mundo, mas como eu disse, estou considerando meus poucos jogos dessa plataforma zerados, e entre eles acabou sendo o escolhido. Com certeza ele perderá esse posto no futuro, mas não deixará de ser um marco na minha vida como gamer. Nem na minha e nem na de quem já zerou. Se tu tem essa chance e ainda não a completou, corre logo pra viver como Ezio. Vai lá aprender que nada é verídico, tudo é permitido.

requiescat in pace.


Nenhum comentário:

Postar um comentário