segunda-feira, 18 de novembro de 2013

OFF Zueira: Como é feito um gênio?

Saudações leitor. Já começo o dia te puxando o saco e desejando uma ótima semana com feriado no meio.

POISH bem, vou usar o comecinho deste post para avisar que logo o blog terá uma página no Facebook AND uma atração em vídeo. É, ambos estão sendo estudados e planejados, até porquê não quero começar algo e deixar de lado. Estou contando com a ajuda de alguns amigos que cuidarão de certas coisas, mas o principal é que lhe entregarei mais conteúdo bacana pra sua semana. Legal né? Então só aguarde, dê tempo ao tempo que talvez essa semana mesmo tenhamos a página, e os vídeos quem sabe nós vemos até o Natal?

Enfim, deixa eu sentar na minha poltrona, tirar meus All-star cinza camuflado e divagar sobre os GÊNIOS.




Então, o assunto de hoje é algo que me abateu muito esses dias. Não ao ponto de me deixar depressivo (que é algo que músicas e filmes conseguem muito mais fácil do quê situações), mas me deixou naquele estado pensativo, sério, que fica passando o tempo vago tentando entender essa vida tão maluca e tão amada pelo Daniel.

Olha só: eu to querendo saber como e onde nascem os gênios da humanidade. Ok, talvez não os da humanidade, mas to querendo saber o quê uma dessas pessoas que venceu na vida, que foi do nada ao sucesso, fazia em seu passado, como eles começaram, como eles tratavam a vida.

Por quê eu me pergunto isso? É que, bem, eu gostaria muito de ser um desses exemplos, um caso que todos olhem e possam admirar e se inspirar. Porém, muitas vezes passo por situações e ações que, na minha visão, os campeões da vida nunca fariam. Quer dizer, dá pra imaginar um Zé de sucesso gritando com sua família, brigando com sua esposa, sendo babaca com alguém? É claro que eles passam por isso, mas é difícil imaginar sabe?

Eu fico me torturando com essas perguntas pois não gostaria de trilhar um caminho diferente daquele que eu almejo. É, eu não aceitaria, por exemplo, que minha carreira mudasse de mídias sociais e publicidade para rebocar parede e estacionar carros em restaurantes, do nada, porque a vida ordenou. E me parece que foi justamente isso que, sei lá, por exemplo, o Izzy Nobre, não fez. Ele não aceitou a vida que tinha e partiu pra frente, arriscou.

Mas aí que está. O que nesse caso é arriscar? É eu, no meu exemplo atual, não me focar tanto em uma faculdade e tentar mais cursos profissionalizantes da área? Tenho que me focar em trabalhar com esse tipo de mídia antes que eu possa pensar em ter uma graduação? São tantos poréns que é praticamente impossível você traçar uma linha a seguir, você fica às cegas, tentando de tudo para chegar naquele ponto que quer, mas mal sabe se é isso o quê todos os ganhadores fizeram.

Mas ok, você pode e DEVE me responder que eu não devo copiar o caminho dos outros, tenho que fazer minha própria rota rumo ao sucesso. Mas vamos combinar que incomoda muito ter o medo de que sua vida será normal, uma daquelas totalmente padronizada, sem graça, típica da massa popular, ou estou errado?

Meu maior medo é acabar aos 40 anos na plateia do Raul Gil balançando pom-pons por troca de alguns reais, antes de voltar pra minha casa alugada assistir Melhor do Brasil com minha mãe e os 4 cachorros.

Sheová Hafá, que medo!

Então é isso meu companheiro. Acho que eu mais trouxe perguntas à sua cabeça do que conclusões, mas no final é bom dividir minhas preocupações e anseios com alguém, por mais que talvez você nem ligue para tudo isso. E esse é o exato quadro onde eu posso me abrir, certo? Então não reclama e me abrace ):

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