quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Adler Com Menta 10


BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOA quinta-feira, amigo leitor. Este é o Adler Com Menta, o fruto de uma piada babaca que mais rendeu na história da humanidade. E vamos dar as mãos e aguardar ansiosos os posts de amanhã. Será o 100º post AND lhes darei um presente (espero que gostem :3). Por hora, sossega o FACHO (Mamãe ®2013) e enxágua a boca com esse frescor de notícias.






Pra quem gosta dessa merda: tem novo filme dos Transformers vindo por aí, e já temos IBAGENS do Optimus Prime e seus hobbits.

Então, já deixo claro ok? Eu acho essa série de filmes uma MERDA. Tão merda que eu nem vi as duas continuações, e sou muito grato por isso. Só o primeiro me foi suficiente para ficar com nojinho dessa chubangaça. Mas que isso não venha ao caso, vamos falar da continuação.

Aparentemente teremos DINOBOTS neste filme, o que é MUITO MAIS MANEIRO do que veículos boring. APESAR de que, sendo o Michael Bay aqui, talvez as lutas continuem malucas e sem qualquer nexo, uma maçaroca de metal se retorcendo. Inclusive, Pacific Rim mandou um abraço.png

Mas olha aí. Temos o MARKY MARK no filme dessa vez, e tiraram o pulha do Shia LeBouf. Se bem que, pela cara do ator substituto ali, ele tem grande potencial de ser tão tedioso e irritante de se ver quanto o SAM Whateverwick.

Voltando à falar mal da série, eu não curto nada o design que os Transformers receberam nessa trilogia. A ideia é que eu ACREDITE que aquele colosso de metal na minha frente na verdade é um caminhão com vida, que eu possa perceber as partes "caminhão" nele. Enquanto que no filme a impressão é de que pegaram o veículo em questão, o amassaram, quebraram, fundiram, foderam e depois jogaram no molde, pra sair essa sucata cheia de composições malucas, com peças que NINGUÉM sabe de onde saíram. É foda, pelo design do Optimus aí na capa, não devem fugir disso nesse novo filme.

Eu prefiro me enrolar no cobertor e voltar à década passada, quando eu podia assistir Beast Wars, Beast Machines e os Transformers da Fox Kids em paz.

E a Kat Dennings dá uma surra de teta mole na Megan Fox em todos os quesitos, flw.



Pra você (eu incluso, admito) que estava cagando para Family Guy, uma notícia meh: morreu o Brian.

Então campeones, para quem não me conhece, eu sou uma PUTINHA de Family Guy. Apoio sempre que der, sempre defendo, SEMPRE IREI DIZER QUE É MELHOR DO QUE SIMPSONS, essas coisas. PORÉM, por todos os motivos do mundo, incluindo o fato de eu não ter tempo no meu dia nem pra acessar o Netflix que eu pago, eu não acompanho a série. Já tive minha época de assistir todo dia fielmente no FX, até que eu percebi que o canal pouco se importa com continuidade, e fica misturando episódios de temporadas distintas.

É, então não posso dizer que estou comovido, mexido, triste nem nada disso. Inclusive a série podia ser cancelada que eu continuaria normal, afinal, tenho tanto episódio pra ver que só sentiria falta daqui há uns anos. Mas não posso ignorar o fato de que MEU PERSONAGEM FAVORITO DA SÉRIE (junto desse bebê genial) se foi, e provavelmente pra sempre. Isso é algo a se avaliar, a se pensar.

Eu tenho boas memórias do show. Momentos em que eu ria, não tanto pela GRAÇA, mas pela referência que aquela mente conseguia inserir em todo episódio. As paródias de Star Wars, o humor negro, a crítica à tudo. Só que os momentos que se destacavam de qualquer coisa feita antes eram justamente os episódios ou cenas focadas nessa dupla, Brian e Stewie. Era simplesmente magnífico, o entrosamento, as personalidades conflitantes, as músicas cantadas juntos, as aventuras em que eles se metiam que eram claras homenagens aos filmes de aventura antigos. Esses caras juntos ganhavam qualquer episódio, por mais bobo que fosse.

E pelo que eu sei, o programa as vezes provava que não é mais um desenho adulto todo engraçadão. Isso ficou bem claro no meu episódio favorito desses dois, "Brian & Stewie", o episódio 17 da oitava temporada. Aqui, pra comemorar o 150º episódio da série, a trama na verdade se foca apenas na dupla. Eles vão para um cofre onde Brian tem uma vaga (não sei como se diz, ele tem uma das gavetas do cofre lá). Acontece que eles acabam presos lá dentro, e era sábado. Ou seja: precisam esperar dois dias lá dentro para serem liberados na segunda-feira.

O episódio é genial porque simplesmente não tem NENHUM outro personagem além deles. Lá dentro, diferente da maioria do programa, o episódio não tem tantos cortes de tempo. Nós acompanhamos quase progressivamente a experiência dos dois lá, que por estarem nervosos, acabam gerando discussões e momentos emocionantes. Até quando Stewie vê que Brian guardava uma arma dentro do cofre, para o dia que ele resolvesse se suicidar. Stewie abraça ele e pede pra ele nunca fazer isso, pois Brian é o único amigo que o bebê tem. Os últimos segundos do show mostram Brian acordando na segunda-feira, a porta do cofre aberta. Ele pega Stewie no colo e sai de lá, e tudo isso sem NENHUMA TRILHA SONORA. Só o silêncio mais que necessário para aquele momento tão importante.

Enfim, vejam mais Family Guy, e que vocês possam gostar do Brian tanto quanto eu.





Diferente da merda do Cinemark, Netflix resolve nos trazer, agora em dezembro, o filme live-action de Samurai X

Pra finalizar o post sempre tem que ser uma notícia boa, que anima, que me faz pular de alegria. E está aí. Este filme, que eu sempre quis ver pra ver QUALÉ a dele, finalmente chega ao Brasil, e da forma mais justa possível: NETFLIX.

Esse serviço de streaming ganha meu coração cada dia mais. Nem chego a me arrepender de pagar ele sem usar, se é pra incentivar mais iniciativas como essa. E agora cresce em mais um número a lista de filmes que PRECISO VER que estão disponíveis lá.

Agora, sobre o filme. Eu acabei me tornando, na cagada, um dos maiores fãs de Rurouni Kenshin da vida. Um dia qualquer eu passei pela Liberdade, e com uma quantia X de dinheiro, acabei adquirindo quase que a obra completa. E olha, por mais que eu gostasse do anime antes, só vim a entender e apreciar 100% essa história quando a li. O autor, Nobuhiro Watsuki, sempre dedicava algumas páginas do volume, normalmente entre um capítulo e outro, para falar da vida dele. Falava dos seus gostos, dos seus medos, respondia perguntas, falava de inspirações. Era um fator pequeno mas importante, pois aproximava de forma incrível esse mangaká de mim, um simples garoto paulista.

Ok, então eu tenho todos os motivos pra ver esse filme. E pelo que foi elogiado, provavelmente todos os motivos para gostar. MAS uma coisa seja dita: eu não botei fé quando vi os trailers e imagens. Sei lá, não era nem bom nem ruim, apenas estranho. Não parecia algo que me marcaria. E ainda fiquei mais chateado quando soube que, apesar de ser baseado no arco do Jin-E junto com o arco do Oniwabanshuu, não teríamos a presença deste último grupo citado, principalmente do líder deles (e meu personagem favorito), Aoshi Shinomori.

Mas darei essa chance sim, ele merece. Inclusive, o Japão sempre merece minha atenção, não importa o que digam sobre ele. Aishiteru Nihon ^c^

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