sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Adler Com Menta 3:


Uma boa e excelente noite, amigos. Venho aqui com mentar, com fraternizar e com partilhar as notícias mais fresquinhas da semana. ENTÃO SENTA QUE É de couro mesmo, mandei lavar ontem.




Viciado em Adventure Time, Lego e virgindade cria BMO totalmente funcional!

Puta merda! Olha que obra de arte!

Zombei e fiz escárnio com a vida sexual do rapaz, mas tenho que bater palmas para esse trabalho. Isso é coisa de fã dedicado, que resolve que o personagem de seu desenho favorito VAI EXISTIR SIM.

Michael Thomas é o nome do messias, e ele conseguiu juntando um computador minúsculo chamado Raspberry Pi  com algumas peças de Lego.

Assim como o personagem (que é meu favorito do desenho), o "aparelho" funciona como computador e video-game. Ele tem o sistema Linux instalado, vem com entrada USB e te deixa usar a internet, além de jogar, como tem que ser.

E aí? Ainda acha que tu é o fã número 1 porque usa a touquinha do Jake e tem bottons?

Vou te falar que Adventure Time, assim como Regular Show, Mad, Gumball e Novos Looney Tunes, é o que mantém a vida no Cartoon Network. Em tempos onde a Nick fica mais mexicana, o Disney XD vira palco de umas 20 séries adolescentes diferentes, o Boomerang resolve esquecer o significado de seu nome e vira uma MTV espanhola para pré-adolescentes, o Cartoon tá segurando a onda de ser o melhor canal infantil atual. E por pouco, que sabemos que o canal já tá dando seus pulinhos no live-action, não é Level Up?

Sei lá se é uma síndrome de todos que envelhecem, mas eu odeio a infância das crianças de hoje. É um brinquedo mais merda que o outro. Um desenho mais babaca que o anterior. Se não fosse por pérolas como Scribblenauts, Little Big Planet e outros, diria que os games também estão dando a desejar quando falamos do gênero infantil.

Sem nada pra fazer, me resta comprar esse BMO com o suor da minha vida e torcer para que, no fim do mundo, sobre apenas eu, ele e um cachorro amarelo que muda de forma.



Provando que DLCs em jogos de luta, infelizmente, são uma das coisas mais ridículas possíveis, é anunciado o lançamento de uma nova edição de Injustice: God Among Us, para os consoles de sempre e os novos, contendo todos os DLCs lançados até então.

É isso né? Quem gastou os aproximados 120 dólares de DLC que o game original oferecia levou uma trojobada no céu da boca depois dessa.

Não vou mentir que curto DLC. Curto skins, curto personagens extras. PORÉM, aprendi com o tempo (graças a Deus não foi por experiência) que isso é dinheiro jogado fora, se estivermos falando de jogos de luta. Não só de lutas, também, já que sempre aparece uma edição definitiva pra um jogo que tu nem esperava (não é mesmo Seu Arkham City?).

Anyway, é triste isso. Não pra mim, que sou um fudido da vida que mal conseguiu zerar GTA III (por culpa da mídia, tenho que dizer). Mas é triste pra quem caiu nessa história de DLC, e também pra comunidade gamer. Mas o mundo não gira em torno de amor, sabia? Então alguém tem que se foder para umas verdinhas crescer (que poesia).

Sobre o jogo: de longe é o melhor jogo de luta envolvendo a DC (que não é grande coisa, já que só compete com MK vs DC e Justice League: Task Force). Porém, eu não curto esse aspecto Mortal Kombat que o jogo assume. Talvez eu seja mais adepto do estilo "fantasioso" que a Marvel deixou usarem em seu crossover com a Capcom. Acho que eu teria gostado mais se a DC tivesse feito parceria com a Namco e lançasse um Injustice com sistema de luta baseado em Tekken, porque não? Afinal, Tekken>Street Fighter.




Estreia HOJE o novo filme de Dragon Ball! "A Batalha dos Deuses", que foi produzida pelo próprio Pirocudo Toriyama, é a demorada volta do anime às telonas.

Velhos, eu assisti o filme "A Árvore do Poder" no cinema com meu pai, e foi um dos melhores filmes da minha infância, junto de Tarzan. Eu to pensando seriamente em ir nesse, apesar de já ter aceitado o fim da série. Quer dizer, chega de DBZ. Não quero esticar algo até que ela perca sua qualidade, é melhor acabar no auge do que termos um Dragon Ball GT, por exemplo.

Mas enfim, o filme tá ai e o que eu posso fazer? Melhor assistir antes de criticar. Mas quero ressaltar a qualidade que os trailers tem aparentado. O filme tá com a típica cara de um filme de DBZ. Um vilão aleatório que aparece aleatoriamente e faz batalhas aleatórias através de todo o filme, aleatória aleatória aleatória. Mais chato do que essa repetição babaca? Só o fato de inventarem uma nova transformação para o Goku, o que é bem óbvio, já que o filme precisa justificar sua ida ao cinema, te mostrar algo novo.

Obviamente que já tem jogo baseado no filme, lancheiras, camisetas. Enfim, dá para uns 5 anos de prêmios de Bom Dia e Cia.

Ponto positivo para o fato da dublagem ter todos os seus membros originais, diferente do remake "Dragon Ball Kai" que não contava com os dubladores do Vegeta e do Piccolo, infelizmente.

Provavelmente não será um "Samurai X" da vida (o filme foi bem elogiado,e  confio nessas opiniões), mas vai ser bem melhor do que ver, sei lá, Tá Chovendo Hambúrguer 2, por exemplo.

Faço uma resenha depois de ver ;)


E é isso. Curto e leve. Nem doeu. Nos vemos mais tarde quando uma certa festinha vier pra abalar o seu mundo. Até!

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